Dor Pélvica Crônica: Quebrando o Silêncio da Dor Invisível

Viver com dor na região pélvica, no “baixo ventre”, é uma batalha diária e silenciosa. É uma dor que afeta a capacidade de sentar por longos períodos, a vida sexual, a função intestinal e urinária, e que drena a energia mental.

Para muitas pessoas, a jornada é marcada pela frustração. Anos de consultas, exames de ultrassom e ressonância que voltam “normais”, e a sensação de que “não há nada ali”, apesar da dor ser real e incapacitante.

Se esta é a sua história, saiba que a sua dor é real, ela tem um nome – Dor Pélvica Crônica (DPC) – e ela é o resultado de uma condição complexa que exige uma investigação especializada.

O que é a Dor Pélvica Crônica?

A Dor Pélvica Crônica é definida como qualquer dor na região abaixo do umbigo e entre os quadris que dura seis meses ou mais.

Ela raramente é causada por uma única coisa. A DPC é uma “síndrome”, o que significa que ela é resultado de uma interação complexa entre múltiplos sistemas: os músculos do assoalho pélvico, os nervos da região, os órgãos (bexiga, útero, intestinos) e a forma como o cérebro processa a dor.

Muitas vezes, um problema inicial (como uma cirurgia ou uma endometriose) é resolvido, mas o sistema nervoso e os músculos permanecem “travados” num estado de dor crônica.

Quais as Possíveis Causas?

O grande desafio da DPC é que ela tem muitas causas possíveis, que podem (e costumam) existir ao mesmo tempo. O trabalho do especialista em dor é investigar todas elas:

  • Musculares: A Síndrome Dolorosa Miofascial do Assoalho Pélvico é uma das causas mais comuns e menos diagnosticadas. Os músculos que sustentam a pélvis ficam tensos, rígidos e cheios de pontos-gatilho que irradiam dor.
  • Ginecológicas: Endometriose, adenomiose, aderências pós-cirúrgicas.
  • Neurológicas: Compressão ou irritação de nervos, como a Neuralgia do Nervo Pudendo (dor em “queimação” ou “facada” que piora ao sentar).
  • Urológicas: Cistite Intersticial (ou Síndrome da Bexiga Dolorosa).

Como é Feito o Diagnóstico e Tratamento?

Não existe um único exame. O diagnóstico é um “quebra-cabeça” que o especialista em dor monta através de história clínica. exame físico, exames de Imagem, bloqueios Diagnósticos.

O tratamento é multimodal e envolve:

  • Fisioterapia Pélvica
  • Bloqueios e Infiltrações Guiadas
  • Medicações
  • Neuromodulação (Estimulação Medular ou do Gânglio da Raiz Dorsal)

A Experiência da CENNDOR

A Dor Pélvica Crônica exige uma equipe que entenda de nervos, músculos e dor crônica. Na CENNDOR, unimos a Neurocirurgia Funcional (Dra. Catarina Couras Lins) e a Anestesiologia da Dor (Dra. Laura Moreno de Barros) para fazer essa investigação complexa.

Nossa equipe é especializada em realizar os bloqueios diagnósticos e terapêuticos (como o do nervo Pudendo) com a máxima precisão, oferecendo um caminho de tratamento para uma dor que, por tanto tempo, foi ignorada.

Sua Dor é Real e Tem Tratamento

Você não tem que “se acostumar” a viver com dor. A Dor Pélvica Crônica é complexa, mas não é um mistério sem solução.

Agende sua consulta na CENNDOR para uma avaliação detalhada e humanizada.

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Dra. Catarina Couras

CRM-SP151068 - RQE7119-7119-1
• Especialista em Dor USP
• Neurocirurgiã Funcional

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Dra. Laura Barros

CRM-SP 138839 - RQE 65170-1/65170 /110704
• Especialista em Acupuntura Médica
• Especialista em Dor
• Especialista em Anestesiologia

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