A jornada do tratamento oncológico já é imensamente desafiadora por si só. Lidar com a dor crônica – seja ela causada pelo tumor, por uma cirurgia ou pelos efeitos da quimio e radioterapia – não deveria ser um fardo adicional.
Muitas vezes, a dor oncológica é intensa e persistente, afetando o sono, o apetite, o humor e a força do paciente para seguir o tratamento. Além disso, o uso de analgésicos potentes (como opióides) pode trazer efeitos colaterais difíceis, como sonolência excessiva, náuseas e constipação, que pioram o bem-estar geral.
Para oferecer alívio focado e reduzir a necessidade dessas medicações, a Medicina da Dor utiliza os Bloqueios para Dor Oncológica.
O que são os Bloqueios para Dor Oncológica?
Bloqueios para dor oncológica são procedimentos intervencionistas, minimamente invasivos, que visam interromper o sinal de dor antes que ele chegue ao cérebro.
O médico especialista utiliza uma agulha fina para aplicar uma medicação (geralmente anestésicos locais e anti-inflamatórios) diretamente nos nervos ou plexos nervosos responsáveis por transmitir a dor daquela área específica. Em alguns casos de dor severa e cuidados paliativos, podem ser usadas substâncias neurolíticas, que “desligam” o nervo por um período prolongado.
O objetivo é simples: controlar a dor na sua origem, permitindo que o paciente reduza drasticamente a quantidade de medicação oral e, com isso, minimize os efeitos colaterais.
Para quem este tratamento é indicado?
Esses bloqueios são uma ferramenta essencial no cuidado do paciente oncológico, indicados para:
- Pacientes com dor de difícil controle, que não responde bem aos medicamentos orais;
- Dor causada diretamente pelo tumor (ex: dor intensa no câncer de pâncreas, tumores pélvicos ou pulmonares que invadem nervos);
- Dor neuropática induzida pela quimioterapia;
- Dor pós-operatória de cirurgias oncológicas;
- Pacientes em cuidados paliativos, onde o alívio da dor e o conforto são a prioridade absoluta;
- Pacientes que sofrem com efeitos colaterais severos dos opióides.
Como é feito o procedimento?
A segurança e a precisão são totais. O procedimento é realizado em ambiente ambulatorial ou hospitalar, sempre guiado por tecnologia de imagem (como ultrassonografia ou fluoroscopia/raio-x).
O médico visualiza a agulha em tempo real durante todo o trajeto, garantindo que a medicação seja depositada exatamente no alvo nervoso, sem atingir outras estruturas.
A Experiência da CENNDOR: Cuidado Humano e Precisão Técnica
O manejo da dor oncológica exige uma abordagem profundamente humana e compassiva, aliada à máxima precisão técnica. Na CENNDOR, a equipe é especializada no tratamento da dor e em cuidados paliativos.
Liderada pela Dra. Catarina Couras Lins (Neurocirurgiã Funcional e Especialista em Dor) e pela Dra. Laura Moreno de Barros (Anestesiologista e Especialista em Dor), nossa missão é oferecer dignidade e qualidade de vida, permitindo que o paciente foque sua energia no tratamento e no seu bem-estar, e não na dor.
Viver com dignidade é a prioridade
O controle da dor é um direito do paciente oncológico. Existem caminhos eficazes além dos remédios orais.
Agende sua consulta na CENNDOR para uma avaliação humanizada e descubra como podemos ajudar a restaurar seu conforto e qualidade de vida.


